
Achei importante fazer este post, pois algumas pessoas me questionaram sobre o uso da expressão
bacharela, que aparece neste site, na página em que apresento as
minhas qualificações.
Fato é que as formas femininas para bacharel e mestre estão
dicionarizadas, mas são pouco usadas, por isso, quase desconhecidas.
Mas agora é lei! A presidenta
Dilma, que prefere ser assim chamada, em vez de presidente – outra polêmica questão, que rendeu muitas discussões no
Cepam, onde eu trabalho –, assinou uma lei que prevê o uso obrigatório das palavras
Bacharela e Mestra nos certificados e diplomas das estudantes. O meu, com muito
orgulho, já veio assim definido: “Bacharela em Letras”.
Além disso, variações mais comuns, como médica, engenheira
e arquiteta, que não eram adotadas pelas instituições de ensino, também viraram
obrigatórias.
Já está mais do que na hora de acabarmos com o machismo
presente também em nossa língua.
Mas, agora, fica a
pergunta: será que estas formas também vão pegar na língua falada?